Cada vendedor entra com o próprio PIN e abre o turno. Tudo que vender fica no nome dele até fechar o caixa.
O vendedor entra com o PIN dele, informa o fundo de troco e o dia começa no nome dele. Trinta segundos.
Leitor de código de barras ou busca pelo nome. Dinheiro, débito, crédito ou Pix, com o troco calculado na tela.
Conte a gaveta. Bateu, fechou. Não bateu, a diferença pede uma justificativa e fica registrada no turno.
Sem módulo que você nunca vai abrir. Cinco áreas, cada uma com uma tela.
Cadastre pelo código de barras, agrupe em categorias e deixe o preço sempre à mão no caixa.
A venda baixa o estoque. Você só registra o que entra, o que quebra e o que a contagem corrige.
Sem e-mail, sem senha longa. Cada pessoa entra com usuário e PIN, e o dono vê quem vendeu o quê.
Fechamentos por turno, vendas por dia e por vendedor, curva ABC e o que está parado na prateleira.
Loja do Centro e da Zona Sul no mesmo lugar. Quem trabalha numa só vê a dela.
Abre no navegador, sem instalar nada. O mesmo caixa no balcão, no tablet e no bolso do dono.
14 dias grátis em qualquer plano, sem cartão. Cancele quando quiser.
Nota fiscal (NFC-e) chega como adicional. Enquanto não chega, a Arcula é para quem emite pela maquininha ou pelo contador.
Não. Funciona no celular, no tablet e no computador, pelo navegador. Um leitor de código de barras USB ou Bluetooth já resolve.
Sim, do jeito simples: você passa na maquininha e confirma na Arcula a forma de pagamento. A integração direta está no caminho.
Ainda não. Está planejado como adicional. Hoje a Arcula serve quem emite pela maquininha, pelo contador ou não emite.
Ainda não vende offline: o caixa precisa de conexão. É a próxima grande entrega do roteiro.
Cada empresa só enxerga os próprios dados, os PINs são guardados com hash e as sessões caem na hora quando o dono reseta ou remove alguém.